segunda-feira, agosto 03, 2009

O Erro e a Sombra

Ao enxergar o nada, vejo de longe a minha fraqueza.
Fecho os olhos no escuro,
Enxergo a luz
Que ilumina o brilho mórbido do vício involuntário:
A insistência em continuar errando.
E, de erro em erro,
Eu não assimilo lições,
Mas sim os meus próprios limites
E os limites dos combustíveis da minha esperança.

Oh, céus! O que foi feito de mim?
Que me perdi
Sem ter conhecido o fim?
Oh, Mãe terra querida!
Ilumina a minha dor
Para que eu me erga em seguida.

Enquanto eu caminhar seguirei olhando para o chão
Para não me embebedar com o futuro
Que não tem forma e cor
Apenas formosura e fealdade,
Não olho mais para o passado
E nem me visto de ilusões
Apenas sigo
Apenas perco
Apenas finjo
Apenas vivo.

Oh, céus? O que será da minha vida?
Que já não tem mais cor
Mas sim horror e ferida.
Oh, Mãe Terra que não mais estronda!
Ilumina a minha luz
Para que eu não mais enxergue a minha própria sombra.

3 imaginações a respeito:

Alice Mattos disse...

Tem algo nesse blog que não seja perfeito???Não, né?
P-E-R-F-E-I-T-O!!!
Só pra variar, eu ameei!!! =D
BjO

leandro disse...

...
Ilumina a minha dor
Para que eu me erga em seguida.
...
Ilumina a minha luz
Para que eu não mais enxergue a minha própria sombra.


adorei isso.
mto bom!!!

♫ Liliane ♥ disse...

Tb amei esse post! Vc escreve mto bem! Continue a escrever q eu vou amar acompanhar o blog!

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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...


blog criado em 23 de Julho de 2009

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