Adoria seguia em frente, sem saber o porquê, sem saber se era dor ou se era alívio. Seguia porque tinha que seguir, porque tinha que ter um final belo naquela estrada feia, sem vigor, com árvores secas e nenhum sinal de vida.
Adoria não gostava daquela estrada.
Em certo momento da caminhada, Adoria notou que havia uma bifurcação, sendo que um lado era a continuação do seu caminho de sempre e o outro era uma estrada mais límpida, com uma vista que talvez não fosse a mais bela de todas, mas que agradava aquela moça que parecia não se cansar de tanto andar.
Ela para.
Após várias horas de reflexão, ela ainda não se decide por qual caminho seguir, ela chega a virar o seu corpo em direção ao caminho que lhe parecia mais tentador, mas resolve agir com o que julga ser mais prudente e, por fim, toma a decisão que lhe cabe ser a mais inteligível nesse instante. Tenho que pensar não no agora, tenho que pensar no amanhã, hoje esse caminho que estou seguindo é o mais feio e sofrido, mas quem irá me garantir que os valores desses caminhos inverter-se-ão ao final? Indagava a si mesma. E esse caminho eu já conheço e sei como lhe dar com ele.
Resolveu seguir o caminho de sempre.
Muito tempo se passa depois que Adoria seguia pelo caminho tortuoso, que não melhorava nunca, e não se esquecia do caminho que recusara anteriormente, um lugar tão cheio de vida, tão belo, tão magnífico!
Adoria cai. Cai sem saber a razão, apenas com a certeza de que jamais se levantaria.
Sentindo que iria morrer, ela, agonizante, olha tudo que está ao seu redor; olha com o ar de quem sabe tudo o que não sabia antes, agora nada mais é segredo para ela. Vira-se, olha para trás e percebe que, mesmo depois de muito tempo, nada ou quase nada havia andado e que o caminho que seguia era, na verdade, apenas uma estrada sem fim e sem início, uma estrada sem meio e que certamente não finda no belo jardim florido que ela tanto imaginou.
Agora ela não pode mais escolher caminho algum.
Adoria não gostava daquela estrada.
Em certo momento da caminhada, Adoria notou que havia uma bifurcação, sendo que um lado era a continuação do seu caminho de sempre e o outro era uma estrada mais límpida, com uma vista que talvez não fosse a mais bela de todas, mas que agradava aquela moça que parecia não se cansar de tanto andar.
Ela para.
Após várias horas de reflexão, ela ainda não se decide por qual caminho seguir, ela chega a virar o seu corpo em direção ao caminho que lhe parecia mais tentador, mas resolve agir com o que julga ser mais prudente e, por fim, toma a decisão que lhe cabe ser a mais inteligível nesse instante. Tenho que pensar não no agora, tenho que pensar no amanhã, hoje esse caminho que estou seguindo é o mais feio e sofrido, mas quem irá me garantir que os valores desses caminhos inverter-se-ão ao final? Indagava a si mesma. E esse caminho eu já conheço e sei como lhe dar com ele.
Resolveu seguir o caminho de sempre.
Muito tempo se passa depois que Adoria seguia pelo caminho tortuoso, que não melhorava nunca, e não se esquecia do caminho que recusara anteriormente, um lugar tão cheio de vida, tão belo, tão magnífico!
Adoria cai. Cai sem saber a razão, apenas com a certeza de que jamais se levantaria.
Sentindo que iria morrer, ela, agonizante, olha tudo que está ao seu redor; olha com o ar de quem sabe tudo o que não sabia antes, agora nada mais é segredo para ela. Vira-se, olha para trás e percebe que, mesmo depois de muito tempo, nada ou quase nada havia andado e que o caminho que seguia era, na verdade, apenas uma estrada sem fim e sem início, uma estrada sem meio e que certamente não finda no belo jardim florido que ela tanto imaginou.
Agora ela não pode mais escolher caminho algum.
0 imaginações a respeito:
Postar um comentário
Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...