Nas terras vãs das doentias sombras que aterram,
Os ventos da mente do poeta se esguiam
E dolorosamente se esquecem
Do ócio do passo desvairado.
Os escritos daquela noite de sangue
Ganham existência na imensidão do vazio
Que preenche a vida cadavérica
Na elevação da insignificância.
Os olhos se esquecem que são apenas a visão
E vão além do próprio vão
Que se configura na sua mão inerte
Da frieza hermética de um coração hirto.
Eis a vida plena sucumbindo.
Eis a crise de um poeta
Que não sabia escrever.
Os ventos da mente do poeta se esguiam
E dolorosamente se esquecem
Do ócio do passo desvairado.
Os escritos daquela noite de sangue
Ganham existência na imensidão do vazio
Que preenche a vida cadavérica
Na elevação da insignificância.
Os olhos se esquecem que são apenas a visão
E vão além do próprio vão
Que se configura na sua mão inerte
Da frieza hermética de um coração hirto.
Eis a vida plena sucumbindo.
Eis a crise de um poeta
Que não sabia escrever.
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...