Sabido eu sei que sou
Sou o saber que só sabe
Que saber demais faz sofrer
E, sóbrio, faço você sentir
O que só sentirá se morrer.
Morrendo eu mato o mártir
Que a mimese da memória
Manifestou como o melhor,
E mesmo o maior dos medos
Manjam a sua dor de cor.
Correndo do coro
Quem sem coração canta
O código do ócio
Da ilusão caída e cortada
Com o canal do clamado ódio.
Odiando o clamor, eu juro que te amei.
INSTANTE
Há 8 meses
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...