- Olá, nobre amigo. Está a esperar pelo ônibus?
- Claro, companheiro! Quero seguir o caminho que sempre planejei quando tivesse a oportunidade de chegar aqui no ponto de ônibus.
- E que caminho é esse?
- É o caminho das flores. O caminho de quem sonha; o mais belo de todos os caminhos.
- Que interessante. Espero que o ônibus não demore.
- E não vai, olhe ele bem ali apontando no início da rua!
- Que bom. Mas veja: esse não é o ônibus que vai para caminho das flores.
- Hum! É verdade, esse é o que vai para o caminho das águas. Esperarei pelo ônibus certo então.
- Pois eu vou nesse mesmo.
- Mas, amigo, como pode ir para o caminho das águas se não sabe nadar? Irá morrer afogado lá.
- Eu sei. Mas é que eu não quero perder a oportunidade de perder o ônibus e, como sabe, o ato de seguir no ônibus é o que há de mais importante. Não me importo com o caminho.
- Já que é assim, vamos juntos então para o caminho das águas.
E eles seguiram viagem, mas sem perceber que no itinerário do ônibus estava escrito em letras bem pequenas: “via caminho da dor”.
- Claro, companheiro! Quero seguir o caminho que sempre planejei quando tivesse a oportunidade de chegar aqui no ponto de ônibus.
- E que caminho é esse?
- É o caminho das flores. O caminho de quem sonha; o mais belo de todos os caminhos.
- Que interessante. Espero que o ônibus não demore.
- E não vai, olhe ele bem ali apontando no início da rua!
- Que bom. Mas veja: esse não é o ônibus que vai para caminho das flores.
- Hum! É verdade, esse é o que vai para o caminho das águas. Esperarei pelo ônibus certo então.
- Pois eu vou nesse mesmo.
- Mas, amigo, como pode ir para o caminho das águas se não sabe nadar? Irá morrer afogado lá.
- Eu sei. Mas é que eu não quero perder a oportunidade de perder o ônibus e, como sabe, o ato de seguir no ônibus é o que há de mais importante. Não me importo com o caminho.
- Já que é assim, vamos juntos então para o caminho das águas.
E eles seguiram viagem, mas sem perceber que no itinerário do ônibus estava escrito em letras bem pequenas: “via caminho da dor”.
2 imaginações a respeito:
impolgantissimo esse conto,amei o final....
Odeio ônibus.
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...