Vamos lá, baby! Vamos relaxar
Sente aqui do meu lado, vamos brindar!
Tome mais uma dose de Uísque!
Só temos que comemorar.
Eu sou o dono da maldade,
Não me repudio, ergo-me diante da maldade,
Ando pelas ruas e causo o terror.
Quando eu apareço em qualquer lugar,
Logo as pessoas curvam-se diante de mim.
Oh, yeah! Eu sou demais.
Eu sou lord das trevas!
E não há nada que me derrube.
Oh, yeah! Eu sou demais.
Eu sou lord das trevas!
E não há que me amedronte,
Sou aquele que tudo pode!
Eu quero sangue, eu quero terror;
Oh Yeah!
Não sou anjo, não sou demônio;
Não sou rei e não sou escravo;
Não sou bom, não sou mau;
Quem eu sou então, hã?
Diz-me agora! Quem sou eu então, baby?
Sou o senhor dos senhores!
O bem e o mau se curvam diante de mim,
E não há maniqueísmo que me limite!
Eu sou o terror, oh yeah!
Quando causo desgraças
Quando maltrato as pessoas
Elas se perguntam: o que eu fiz a ti?
Eu respondo diante de seus olhos,
Diante de suas lágrimas, baby!
Você não me fez nada, eis a razão.
Você para mim não é nada
E isso basta!
Sofra pelas minhas mãos,
Sofra mais e mais!
Oh yeah! Adoro isso!
Isso me faz viver.
Eu nasci pra isso,
Serei assim até (e se) morrer.
Vamos dar uma volta, baby.
Eu sou o dono do mundo
E a noite está apenas a começar.
Vamos conhecer a vida
E todo sofrimento que ela pode te dar.
Quero te fazer sentir a dor
A dor que um dia eu senti.
Quero sentir a sua alma
No horror que a minha viveu.
Vamos morrer juntos, baby!
Você vai primeiro.
Morra agora! Isso, muito bem.
Um dia eu irei com você,
Mas agora não, tenho mais a fazer;
Tenho mais a matar,
Meu ódio está apenas começando!
Um pouco da dose do seu sangue para mim.
Oh yeah, baby!
Sente aqui do meu lado, vamos brindar!
Tome mais uma dose de Uísque!
Só temos que comemorar.
Eu sou o dono da maldade,
Não me repudio, ergo-me diante da maldade,
Ando pelas ruas e causo o terror.
Quando eu apareço em qualquer lugar,
Logo as pessoas curvam-se diante de mim.
Oh, yeah! Eu sou demais.
Eu sou lord das trevas!
E não há nada que me derrube.
Oh, yeah! Eu sou demais.
Eu sou lord das trevas!
E não há que me amedronte,
Sou aquele que tudo pode!
Eu quero sangue, eu quero terror;
Oh Yeah!
Não sou anjo, não sou demônio;
Não sou rei e não sou escravo;
Não sou bom, não sou mau;
Quem eu sou então, hã?
Diz-me agora! Quem sou eu então, baby?
Sou o senhor dos senhores!
O bem e o mau se curvam diante de mim,
E não há maniqueísmo que me limite!
Eu sou o terror, oh yeah!
Quando causo desgraças
Quando maltrato as pessoas
Elas se perguntam: o que eu fiz a ti?
Eu respondo diante de seus olhos,
Diante de suas lágrimas, baby!
Você não me fez nada, eis a razão.
Você para mim não é nada
E isso basta!
Sofra pelas minhas mãos,
Sofra mais e mais!
Oh yeah! Adoro isso!
Isso me faz viver.
Eu nasci pra isso,
Serei assim até (e se) morrer.
Vamos dar uma volta, baby.
Eu sou o dono do mundo
E a noite está apenas a começar.
Vamos conhecer a vida
E todo sofrimento que ela pode te dar.
Quero te fazer sentir a dor
A dor que um dia eu senti.
Quero sentir a sua alma
No horror que a minha viveu.
Vamos morrer juntos, baby!
Você vai primeiro.
Morra agora! Isso, muito bem.
Um dia eu irei com você,
Mas agora não, tenho mais a fazer;
Tenho mais a matar,
Meu ódio está apenas começando!
Um pouco da dose do seu sangue para mim.
Oh yeah, baby!
2 imaginações a respeito:
uhuhuhuhuhuh
q cruel!
^^
Sua cara, esse texto...^^
Só vim aki pra manter o Intrépido Imaginário, já que "ele não é a mesma coisa" sem mim, né? hehehe
beijO
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...