Talvez você veja a minha expressão bem de longe
E sinta em seu íntimo que eu mudei muito
E verá que eu não sou aquele de antes
Se evolui ou não, não cabe essa discussão agora.
Porém, vejo-te daqui e sinto que você não mudou
Percebo que é a mesma de sempre
Mesmo depois de tantos anos de ausência.
Tantas outras mentes lerão isso
Desconfiadas a quem endereço essas palavras,
Porém, julgo-as tolas
Por não serem capaz de imaginar
A verdade!
Julgo-me tolo, por não perceber
Que você não tomará conhecimento disto
Não saberá o quanto eu ainda penso
E escrevo a ti.
Sinto apenas que é tarde demais
E que não pude viver a tempo
De agradecer a sua ajuda
Por ter me aberto os olhos
E me fazer notar que minha vida não prestava
E jamais prestaria, como nunca prestou.
Queria apenas que você visse o que fiz comigo hoje
Por sua causa...
INSTANTE
Há 8 meses
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...