Abre a primeira porta
Entrar e sorrir. Chorar e temer.
Dor no peito. Dor na alma
Exultação no corpo... na mente
Eis a vingança do real sobre o abstrato
Abre a segunda porta
Correr para onde não mais
Sem limite para se alcançar
O limiar do infinito é restivo
Para reiniciar e agonizar no final
Abre a terceira porta
Onde estás? Não sabe.
Perder-se em si mesmo
Correr dos seus sonhos
E procurar o próprio receio
Abre a última porta
Sair e chorar. Sorrir e aliviar.
Ânimo no coração. Ânimo no espírito
Tristeza na carne... no pensar
Eis a revolta do abstrato sobre o real.
0 imaginações a respeito:
Postar um comentário
Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...