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"E como uma alma que não mais vive apesar de ainda não morrer, ela não mais andava. Apenas vagava.
Não mais percebia se alguém a olhava. Na verdade, não mais percebia se havia mais alguém.
Não se preocupava com o que aconteceria dali pra frente e nem o que acontecera até ali.
Sua expressão mostrava claramente que não mais se importava com nada.
Quem a encontrava não a decifrava.
Uma grande muralha a mantia longe de todo o resto.
Ainda hoje penso se ela sentiria algo caso um caminhão a atropelasse.
Estaria seu corpo assim tão ausente quanto sua alma?
Sei o que ela passava...Só não sei se era bom...Nada nela transparecia como era se sentir assim...
Enfim...
Pensava, mas não mais existia".
3 imaginações a respeito:
Eba!Eba!
Eu tenho um texto no Intrépido Imaginário!!! \o/ hahaha
Adorocê, cocozão!!!
BjO
Que texto bonito. Parabéns à autora. Mto sensível. E parabéns a vc pela escolha e obrigada pela visita gentil.
Bjs, querido.
eita, Rodolfo! Sua amiga escreve melhor q vc!
kkk
Beijooos!
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...