Errônios Amigos,
Como vos afirmei anteriormente, ninguém jamais terá noção do rastro da minha existência. Portanto, peço-lhes que não encarem esse ensejo como um rastro, mas como um aviso.
Hoje ando pelo mundo a vagar, ando a sentir intensamente a dor no meu coração, algo tão insuportável quanto o clamor da agonia mais profunda.
Não há nada que se compare! Nem o frio das noites em que durmo na rua se comparam, nem a tristeza de olhar as madrugadas chuvosas sem conseguir dormir sem compara, nem a dor feridas que se espalham pelo meu corpo violentado pelos intrépidos marginais urbanos se comparam. Nada!
Quando vejo a chuva, percebo o quanto ela é heterogênea, o quanto ela pode ser romântica e agressiva: de uma garoa a uma violenta tempestade. Sinto que sou como a chuva, às vezes sou brisa, às vezes furacão; sou paciente às vezes e às vezes explodo em minha ira.
Mas o amor me torna constante. E a minha estabilidade é fria - e não calma - e a minha frieza é doce, cruel e sem piedade.
O meu amor me faz sofrer, o amor me destrói mais e mais a cada dia, acaba comigo aos poucos, ataca por dentro, apodrece-me. Talvez enfraqueça, porém sempre existirá.
Querem saber por que vago? Vago à procura de Deus e, quando o encontrar, teremos um longo monólogo.
Um horizonte sem esperança me espera. Despeço-me mais uma vez.
Como vos afirmei anteriormente, ninguém jamais terá noção do rastro da minha existência. Portanto, peço-lhes que não encarem esse ensejo como um rastro, mas como um aviso.
Hoje ando pelo mundo a vagar, ando a sentir intensamente a dor no meu coração, algo tão insuportável quanto o clamor da agonia mais profunda.
Não há nada que se compare! Nem o frio das noites em que durmo na rua se comparam, nem a tristeza de olhar as madrugadas chuvosas sem conseguir dormir sem compara, nem a dor feridas que se espalham pelo meu corpo violentado pelos intrépidos marginais urbanos se comparam. Nada!
Quando vejo a chuva, percebo o quanto ela é heterogênea, o quanto ela pode ser romântica e agressiva: de uma garoa a uma violenta tempestade. Sinto que sou como a chuva, às vezes sou brisa, às vezes furacão; sou paciente às vezes e às vezes explodo em minha ira.
Mas o amor me torna constante. E a minha estabilidade é fria - e não calma - e a minha frieza é doce, cruel e sem piedade.
O meu amor me faz sofrer, o amor me destrói mais e mais a cada dia, acaba comigo aos poucos, ataca por dentro, apodrece-me. Talvez enfraqueça, porém sempre existirá.
Querem saber por que vago? Vago à procura de Deus e, quando o encontrar, teremos um longo monólogo.
Um horizonte sem esperança me espera. Despeço-me mais uma vez.
2 imaginações a respeito:
Eu parei de dizer que seus textos são lindos... Já estava ficando chato. Só passei pra te pedir uma coisinha...já que vai falar com Deus, dá pra perguntar por que Ele não gosta de mim?? =]
Alice, q história é essa de que Deus não gosta de vc? Deus te ama, amiga! bjo!
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...