Uma gota. Duas ou três gotas. Oito gotas. Muitas gotas sucessivas. A chuva, uma orquestra de gotas ao chão, colocava-se a principiar.
Aquela bela chuva corria bela, sublime, embriagante. Nem tão forte e nem tão fraca. Sentia-se uma leve brisa capaz de trazer um breve frio que percorria por toda a espinha dorsal a ponto de trazer arrepios a todo o corpo. Aquela chuva firme, que faz escorrer uma leve enxurrada pela calçada de cimento da porta da casa, escorria pelo telhado e caia no chão como se fosse uma cascata. Tudo isso ocorria de forma sincrônica, como se a natureza tivesse ensaiado exaustivamente pra que desse tudo certo, para que a platéia pudesse aplaudir com louvor ao final daquela épica apresentação.
A platéia era uma garotinha de 12 anos e meio.
Suzy, uma menina de cabelos castanhos, um pouco lisos e longos observava sem piscar à apresentação da natureza que resplandecente se mostrava naquele dia. Aquele instante em que tudo era mágica e que tudo poderia lhe satisfazer então. Olhou para ambos os lados e, na ausência de outrem, sentiu falta de alguém para proferir a notícia de que ela conhecia mais da vida do que um velho ranzinza que se diz maduro demais.
Foi o seu último suspiro. O suspiro de quem não precisava mais viver, pois já o tinha aprendido.
Nota para ser lembrada: meus personagens precisam parar de morrer...
Aquela bela chuva corria bela, sublime, embriagante. Nem tão forte e nem tão fraca. Sentia-se uma leve brisa capaz de trazer um breve frio que percorria por toda a espinha dorsal a ponto de trazer arrepios a todo o corpo. Aquela chuva firme, que faz escorrer uma leve enxurrada pela calçada de cimento da porta da casa, escorria pelo telhado e caia no chão como se fosse uma cascata. Tudo isso ocorria de forma sincrônica, como se a natureza tivesse ensaiado exaustivamente pra que desse tudo certo, para que a platéia pudesse aplaudir com louvor ao final daquela épica apresentação.
A platéia era uma garotinha de 12 anos e meio.
Suzy, uma menina de cabelos castanhos, um pouco lisos e longos observava sem piscar à apresentação da natureza que resplandecente se mostrava naquele dia. Aquele instante em que tudo era mágica e que tudo poderia lhe satisfazer então. Olhou para ambos os lados e, na ausência de outrem, sentiu falta de alguém para proferir a notícia de que ela conhecia mais da vida do que um velho ranzinza que se diz maduro demais.
Foi o seu último suspiro. O suspiro de quem não precisava mais viver, pois já o tinha aprendido.
Nota para ser lembrada: meus personagens precisam parar de morrer...
2 imaginações a respeito:
Amei!
A nota então, eu amei ainda mais!
Msm seus personagens morrendo, suas hstórias não deixam de ser maravilhosas!
Se eles precisam morrer para nascerem textos lindos assim... Deixe-os morrerem, ora! kkkk
BeeiijO
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...