Não há recomeço que renove.
Sinto-me caule e raiz perfurando uma terra seca sem água, mas eu preciso beber! Mas não há água nesse chão sem vida, não há nada em volta de mim, tudo é deserto, e o deserto sou eu.
Tudo o que eu disser será banal, será comum. Nada é lícito, nada me é peculiar. sou apenas uma soma de um mais um na imensidão do infinito.
Não há fundo do poço, na há poço, não há queda. Há apenas a sensação de que caio e o desespero de não conseguir enxergar para onde estou caindo. Mas caio depressa.
Tudo que há em volta é o erro, e ele é mais vivo do que eu.
SOFIA
Há 5 semanas
1 imaginações a respeito:
Belas imagens!
Não há nada, apenas o erro...
Abraço
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Eis a caixa da vida. Quem aqui escreve algo, mostra que não está morto...